sexta-feira, 14 de outubro de 2011

“É preciso ter indulgencia com os adultos” (trecho do livro, O Pequeno Príncipe)



Esta frase é tão real no atual mundo em que vivemos, e bastante complexa, assim como exprime de maneira simples seu significado. É interessante notarmos como a vida de criança e de adulto são diferentes em uma mesma pessoa, quando somos crianças temos determinadas necessidades desconhecidas pelos adultos e muitas das suas atitudes não é compreendida pelos pequenos, e sem dúvida é uma época de formação de caráter e de personalidade. No entanto quando passa a viver esta segunda fase, como é fácil esquecer aquela criança que todos fomos um dia, feliz, quando a alegria apenas dependia daquele dia, de um belo sol, se brincadeiras divertidas, e o amor pela própria vida, e a tudo de novo que se conhecesse.
Incrível é ser criança. Então por qual motivo quando crescemos e viramos adultos, não mais tem espaço para aquela criança alegre, mais sim para as preocupações do cotidiano, passamos a esquecer aquela admiração pelo desconhecido para procurar respostas que as vezes são impossíveis de se encontrar nesta vida, esquecendo aquele pensamento e quem nunca teve hein?! ...quando eu crescer nunca quero fazer isso.... por que sabemos mesmo quando crianças o que é o sofrimento, mais ainda assim somos felizes.
As relações interpessoais não fogem desta vertente, precisamos ter indulgencia com as pessoas e com a gente mesmo, ter a consciência de que ninguém é perfeito, e buscar a nossa própria evolução, e aqui cabe uma breve explicação: o que é evoluir como pessoa? Qual o real significado disto? Pois bem, nada fácil de entender, mas em suma seria aplicar os ensinamentos que Jesus em sua imensa sabedoria veio a ensinar para aqueles que buscam serem pessoas melhores, como seres humanos e falhos em vezes nos achamos em determinados direitos que não temos, e agarrados a sentimentos vãos que nos fazem sofrer e a sofrer ao próximo, então para sermos melhores iniciamos com a mudança de comportamento de queremos mudar, evoluir, temos que possui iniciativa, através de nosso pensamento e o cuidado com nós mesmos, uma grande armadilha é a maledicência e o pré-julgamento que pode – se impor a outra pessoa.
No entanto, não é nada fácil praticar a teoria, mas se existe um motivo que valha a pena, deve ser buscado com todas as forças, no mundo em que vivemos, vemos com freqüência a busca financeira, e várias outras, e as pessoas se esquecem do por que estamos aqui, e para onde iremos depois daqui, assim como da alegria de quando éramos crianças e mais nada importava a não ser um bom dia de sol muito bem aproveitado, ou a admiração por uma simples borboleta, o ar puro e os verdes dos campos, existe tantas coisas boas no mundo, aquelas que realmente são importantes que nos fazem amar a vida, e não viver um martírio, por que qualquer problema se torna pequenininho perto de tanta fartura de vida.
E realmente, não encontro facilidade em ser indulgentes com as pessoas, pra mim se torna uma dificuldade, e acho louvável que as crianças consigam, logo temos muito a aprender com elas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A Verdade



"A verdade é sempre uma figura muito desagradável, principalmente quando estamos dominados pela ilusão, em especial quando fazemos de nossas vidas um poema à fatuidade.
O admirável professor Julio César de Melo e Souza, o qual viria a ser conhecido sob a alcunha de Malba Tahan, narra que, oportunamente, um grande Rei resolveu reunir a sua corte para celebrar o prenilúnio de Ramadan.
Harun al-Rashid, em Damasco, estava reunido com sua corte quando a Verdade se apresentou à porta de seu palácio pedindo licença para falar ao Rei. O jovem guarda que a recebeu foi tomado de espanto porque a Verdade era mulher muito bela e se lhe apresentava totalmente despida.
O guarda espantado ante a beleza da sedutora mulher perturbou-se, como poderia ele conceder-lhe acesso à sala do trono sem que tivesse, ao menos, um tecido transparente para velar-lhe, de alguma forma, sua nudez? Então resolveu questionar a um dos Ministros de confiança do Rei. O Ministro com algo de enfado escutou o jovem guarda que lhe narrou estar à porta do palácio uma mulher muito bela, totalmente nua, que dizia ser a Verdade e que deseja falar ao Rei. Ao que o Ministro respondeu:
- Como se atreve? Esta aqui é a casa do Rei! Não há lugar para a verdade! Nós vivemos da fantasia, da mentira, da fancaria, da bajulação. Já imaginou se a verdade se adentrasse por aquela porta e viesse até o Rei? Seria o naufragar das nossas aspirações, seria todo o entorpecer de nossos ideais. Expulse-a!
E a Verdade foi expulsa sem a menor consideração da porta de entrada do palácio de Harun al-Rashid.
Ela voltou à intimidade de um pequeno oásis no Deserto, e pensou:
- Mas eu tenho que adentrar em palácio, o Rei terá que defrontar-me um dia e espero que o faça antes de estar perturbado e infeliz.
Meditou demoradamente e resolveu tomar de trapos, vestir-se, atirar-se ao solo, sujar-se.
E assim qual uma mendiga voltou à porta do palácio e quando se acercou o jovem guarda perguntou-lhe de quem se tratava. E aquela mulher cansada disse-lhe que era A Realidade!
- Mas, Realidade, que vem fazer em Palácio, a Realidade? Aqui não há lugar para a Realidade!
- Mas eu exijo! Exijo ser levada a presença do Rei, que naturalmente ao saber que fui impedida de falar-lhe irá punir àquele que obstaculizou meu passo.
O jovem guarda temendo uma punição foi ao Ministro e disse-lhe:
- Senhor, aí está, esta é uma noite terrível no prenilúnio de Ramadan! Porque depois da Verdade agora me vem uma mendiga de trapos vestida, suja, infecta.
Deseja falar ao nosso Monarca e se atreve a dizer que é a Realidade! O Ministro sorriu e bradou:
- Expulse-a! atire-lhe aos mastins. A Realidade na casa palaciana da fantasia? De maneira nenhuma. Nós vivemos aqui daquilo que escorchamos do povo. O povo estúpido, iludido, que gosta de mentiras. Como pode querer vir a Realidade até nós? Expulse-a imediatamente.
E agora levando dois cães ferozes o guarda atirou-os contra a Realidade que partiu em desabalada correria de volta ao oásis.
O prenilúnio chegava ao seu momento máximo.
E a verdade começou a meditar, tinha que levar a sua mensagem ao Rei, o que deveria fazer?
No momento em que a lua chegava ao máximo e era a hora superior das orações a Verdade vestiu-se, adornou-se de luar, pegou estrelas que transformou em diamantes fez uma coroa que pôs sobre sua cabeça. Tomou do véu da noite e fez uma indumentária transparente e agradável, vestiu-se. Elaborou uma carruagem com corcéis fogosos.
Em seguida a carruagem dourada partiu atravessando o deserto, e porque irradiava uma luz soberana, ao parar à porta do palácio deslumbrou ao guarda.
O guarda diante de uma mulher muito bela, coroada de gemas estelares, trazendo uma mágica vara de condão perguntou-lhe:
- Quem és?
- Eu sou a Fantasia! Desejo falar ao Rei!
Ele nem pediu licença ao Ministro, abriu os grandes portões, fê-la adentrar-se.
O Primeiro Ministro foi falar ao Rei, que mandou parar o baile e reuniu toda a sua corte à sua volta e a Fantasia adentrou-se até ajoelhar-se diante de Harun al-Rashid que levantou-se do trono e estendeu-lhe sua mão.
Na hora em que foi tocá-la, ela rompeu sua indumentária, despiu-se e disse-lhe:
- Senhor, para chegar até a presença de Vossa Majestade eu, a Verdade, vesti-me de Fantasia, porque era a única maneira de falar-lhe a respeito da Realidade!
E, assim, a partir daquele momento em todo o oriente a Verdade sempre veio velada pela Fantasia.
Por esta razão Jesus falou-nos em parábolas porque a Verdade era muito áspera para aqueles e para os nossos ouvidos.
E como requisito de sabedoria, dizer a verdade, sim, mas não despida de alguma quimera que fira a sensibilidade objetiva para que a realidade não nos desencante de tal forma que nos tire a alegria de Viver!"

Divaldo Franco - Perguntas e Respostas (Áudio)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A Lógica do Amor!



“(...) Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que somando as compreensões, eu amava. Não sabia que somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente”.

Clarice Lispector

terça-feira, 26 de julho de 2011

Morre Lentamente...



Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar,
morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoínho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante...
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade.

Pablo Neruda

sábado, 23 de julho de 2011

Eu Quero ser do Mundo...


Eu quero ser do mundo,
Abrir porteiras.
Conhecer novas paisagens
Seguir além.
Deixo meu barco solto na correnteza
Pra buscar os caminhos que me convém.
Uma inquietude racha a tampa da caixa
Me deixa louca, me deixa solta
Beijando a boca da solidão.
Sou mais um pirilampo num céu de estrelas
Guardando a luz que vem da boiera
Pra iluminar toda a escuridão
Vem um sonho e me leva nessa viagem
Se vou contigo tenho coragem
Minha saudade vai me valer.
Pela fronteira larga do sentimento
É o meu coração que segue no vento
Nas asas leves do teu querer.
Bota o caldeirão pra ferver
Bota o coração pra sonhar
Quero ver quem paga pra ver
Até onde eu posso chegar.

Composição: Érlon Péricles/Zelito Ramos
Voz: Shana Muller

Imagem: Monumento em Homenagem à Ana Maria de Jesus Ribeiro, Anita Garibaldi, por Rutelli, exposto em Roma na Itália.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Vou-me Embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.

Manuel Bandeira

domingo, 10 de julho de 2011

Amor Eterno!!


Para viver um amor,

Precisa-se mais que um sentimento.

Pratica-se a verdadeira arte de aceitar,

Perdoar sem limite, amar com vontade.

Porque amar com medo é

Prelúdio de sofrimento.

Pensar que pode não dar certo é

Pedir para amar um pouquinho.

Pessoa certa? Você.

Par algum é perfeito, até que você o aceite.

Priorize suas escolhas, com quem te quer bem.

Perpetuar um amor verdadeiro é

Provar que você é capaz.

Planeje sua felicidade...

Você pode!!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Solidão Necessária

"...Da mesma maneira que tudo é claramente refletido através de um lago totalmente calmo, sem ondas, também é verdade que o divino será refletido em você quando você se tornar calmo e quieto como o lago.

...eu gostaria que vocês compreendessem alguns sutras, alguns pontos chaves.

O primeiro sutra é: viva no presente...Nem o passado nem o futuro existem. Um é apenas a memória, o outro é apenas imaginação. Somente o presente é o momento vivo e verdadeiro. E se é para se conhecer a verdade, ela só pode ser conhecida se estivermos no presente.

O segundo sutra é: viva naturalmente. Todo o comportamento do homem é artificial e formal. Nós sempre nos mantemos encobertos por um falso manto e por causa dessa coberta nós gradualmente esquecemos nossa própria realidade. Você tem que deixar cair essa pele falsa e jogá-la fora.. Deixe que aquilo que é original e natural em você venha à tona e viva nisso.

O terceiro sutra é: viva só. A vida de meditação nasce em completa solidão, quando a pessoa está totalmente só. Mas geralmente o homem nunca está só. Ele está sempre cercado pelos outros. E quando ele não está no meio da multidão externa, ele está em uma multidão interna. Essa multidão tem que ser dispersada. Não permita que a multidão se reúna dentro de você.

Alguma vez vocês já tentaram imaginar o que vocês são, fora de todos os seus relacionamentos? Alguma vez vocês já se livraram das vestimentas desses relacionamentos e viram a si mesmos sem elas?

Distanciem vocês mesmos de todos esses relacionamentos e... o que sobra é o seu verdadeiro ser. Aquela entidade remanescente é o que você é em si mesmo"...

OSHO.

[http: //www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=11019]]


terça-feira, 5 de julho de 2011

Quem rege o concerto de sua vida?

Desejando encorajar seu filho ao piano, uma mãe levou o seu pequeno filho a um concerto de Paderewski. Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para cumprimentá-la. Aproveitando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou, e suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: “PROIBIDA A ENTRADA”. Quando as luzes baixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho ao piano, inocentemente catando as notas de uma música infantil. Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino : “Não pare continue tocando!”. Então, debruçando-se, Paderewski estendeu a mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento à melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa. O público ficou perplexo.

É assim que as coisas são. O que podemos conseguir por conta própria? Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas. Na próxima vez em que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurando em seu ouvido: “Não pare, continue tocando!” Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida”

Marcio Kühne

(www.marciokuhne.com.br)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Saudade ou Arrependimento

"Dê valor as pessoas enquanto elas estão por perto, saudade não é o suficiente pra que elas voltem"

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Depois de Algum Tempo Você Aprende que...

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.


Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

William Shakespeare

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Eu



Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

William Shakespeare

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A importância de sermos nós mesmos


Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen. Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o samurai sentiu-se repentinamente inferior.

Ele então disse ao Mestre:
- "Pôr que estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Pôr que estou me sentindo assustado agora?"
O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o samurai perguntou novamente:
- "Agora você pode me responder por que me sinto inferior?"
O Mestre o levou para fora. Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca. houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: " Pôr que me sinto inferior diante de você? " Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso."
O samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podem se comparar."
E o Mestre replicou: Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer.
Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta. Na Natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Reverência ao Destino Pt 2

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.

Fácil é descartar pessoas que nos amam.

Difícil é perceber que elas realmente nos amam.

Fácil é dizer que não pediu nada quanto se tem muito.

Difícil é tentar retribuir.

Fácil é aceitar que a vida é difícil

Difícil é acitar que podemos tornar-lá fácil


Fácil e ler este texto, e julgalo...

Difícil é aceitar que muitas vezes nossa atitudes se limitam apenas ao "Fácil"

O que você assiste?


"O ser humano ainda não tinha aprendido a amar ao próximo e já havia inventado a televisão, que ensina a desprezar o distante"

Millôr Fernandes

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Conhece-te a ti mesmo


“O que está em cima é como o que está em baixo, já dizia o sábio, por isso o grande erro de quem procura tais conhecimentos é pensar que eles o tornaram melhor que o próprio ente humano.”

terça-feira, 14 de junho de 2011

O Inimigo Externo

O leitor Murali, um indiano, conta a história de uma garota que resolveu subir até o alto da montanha para visitar sua avó. Chovia aos cântaros, o vento soprava e trovões pipocavam a cada segundo. Quando estava chegando ao seu destino sentiu algo roçando seus pés. Ao olhar para baixo viu que era uma cobra.

- Eu estou morrendo – disse a serpente, está muito frio e não há comida nesta montanha, por favor, me proteja! Coloque-me debaixo do seu casaco, salve a minha vida e eu serei a sua melhor amiga.

Apesar da tempestade a menina parou e começou a refletir. Olhou a pele dourada e verde da serpente e disse para si mesma que jamais havia visto algo tão belo. Pensou o quanto deixaria com inveja seus amigos de classe, ao aparecer com uma cobra que a defendesse de tudo. E finalmente disse:

- Está bem. Eu vou salvá-la porque todos os seres vivos merecem carinho.

A cobra ficou amiga da menina, serviu para assustar as pessoas agressivas no colégio, fez companhia nos dias solitários, até que uma noite, quando ela estava fazendo a lição de casa sentiu uma dor aguda no pé direito. Ao olhar para baixo viu que a cobra a havia mordido.

- Você é venenosa – gritou – vou morrer logo.

A cobra não disse nada.

- Como você fez isso comigo? Eu salvei a sua vida!

- Aquele dia quando você se abaixou para me salvar sabia que eu era uma cobra, não sabia?

E lentamente rastejou para fora.

Paulo Coelho

http://paulocoelhoblog.com/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A vida não é boa....


Mas existem bons modos e motivos de vivelá...

Comece descobrindo quais são seus bons motivos...

Crie seu modos...

E vá a luta...


O troféu esta lá, basta ganhar a corrida para merecelo, corrida esta que tem alguns oponentes, criados por você mesmo. Derroteos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

A resposta mora dentro de você


Olhe em volta
onde você pertence
Não tenha medo
você não é o unico

 
Não deixe o dia ir
Não deixe ele acabar
Não deixe o dia ir, em dúvida
a resposta mora dentro de você

 
A vida é curta
Então aprenda com seus erros
E continue atras
das escolhas que fizer
 
Encare cada dia
com os dois olhos abertos
e tente entrar em ordem
não tenha isso dentro de você

Não deixe o dia ir
Não deixe ele acabar
Não deixe o dia ir, em dúvida
a resposta mora dentro de você

Você tem o futuro a seu lado
Você estará bem agora
sei que qualquer coisa que decidir
você irá brilhar

Não deixe o dia ir
Não deixe ele acabar
Não deixe o dia ir, em dúvida
você está pronto para começar
Não deixe o dia ir, em duvida
a resposta mora dentro de você
 
Musica ; The answers lies within
Grupo:Dream Theater.
 
 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Reverência ao destino



Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.